quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Divilgada as fotos do 738NG para FSX ! [1º Blog a postar]**






Salve galera simuleira que tanto espera pelo B737-800 da PMDG ,bom venho por meio deste post informar que esta quase saindo,vamos esperar so mais um pouco que ele vai vir para arrebentar a boca do balão, vindo totalmente completo e com grafico muito melhor do que o FS2004 .

En cima estão as fotos que a PMDG divulgou e falou tambem que ele ja esta passando por testes e deve estar a venda em março ou abril !

80 Knots, V1, Rotate, V2...


Senhores, estou trazendo para vocês hoje, uma explanação sobre aqueles avisos que o co-piloto dá ao comandante durante o procedimento de decolagem,ou seja, 80 knots, V1, Rotate, V2 etc... Então vamos lá!!!


80 Knots: quando o co-piloto reporta ao comandante que a aeronave atingiu 80 kts significa que os dois devem fazer uma checagem rápida dos intrumentos procurando por falhas.

Quando este mesmo aviso é dado no momento do pouso, significa que é a hora de tirar os revesros de sua potência máxima e colocá-lo na posição IDLE.

V1: é a velocidade de decisão na decolagem, o chamado "Go/ No go?". Nesta velocidade o piloto irá decidir se aborta ou prossegue com a decolagem em caso de falha ou fogo no motor, windshear ou qualquer outro fenômeno que possa colocar em risco a segurança da decolagem. Como o tempo de decisão deve ser mínimo, pois caso contrário a aeronee não terá condições de para na extensão da pista, utiliza-se a "V1- 5kts" como referência ao invés da V1. São utilizados 5kts a menos, pois quando a eronave atingir a V1 o piloto já deu início ao procedimento de abortagem da decolagem.

V Rotate ( Rotate ou VR): é a velocidade na qual a rotação é iniciada durante a decolagem para atingir a V2 a 35 pés de altura.

V2: é a velocidade de segurança, velocidade esta que deve ser atingida a 35 pés acima da pista, e deve ser igual a ou mais que 120% da velocidade de stall.

Após todo esse procedimento a aeronave já estará em voo, então cantar-se-á: POSITIVE RATE, GEAR UP. Isso significa que a aeronave está com razão de subida positiva e é hora de recolher os trens de pouso e dar continuidade ao voo.

A todos vocês eu desejo bons voos e espero que não precisem abortar suas decolagens!
Abraço grande!! XD

Fonte: Adaptado do livro Aprendendo a Voar no Flight Simulator.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Interpretando METAR

Meteorological Aerodrome Reports - METAR é um informe meteorológico codificado, para informar as condições do tempo no aeródromo. As informações do METAR são reportadas de hora em hora, ou de meia em meia hora em determinadas localidades. Veja a seguir um exemplo de METAR e como interpreta-lo:
1 - Identificação

METAR SBGL 171200Z 27010KT 5000 -RA SCT012 BKN020 OVC090 25/20 Q1008

METAR - Meteorological Aerodrome Reports.
SBGL - Identificação da Estação - GALEÃO (RJ).
171200Z – Dia e horário da observação (Hora Universal).

2 - Vento e visibilidade

METAR SBGL 171200Z 27010KT 5000 -RA SCT012 BKN020 OVC090 25/20 Q1008

27010KT - Direção verdadeira de onde sopra o vento (270 graus) e velocidade do vento (10 nós).
5000 - Visibilidade de 5000 metros.

Notas:

9999 - Visibilidade igual ou superior a 10 Km.
CAVOK - abrange visibilidade, tempo presente e nebulosidade quando: a visibilidade for de 10 km ou mais; nenhuma nebulosidade abaixo de 1500m (5000 pés), ausência de Cumulonimbus e de fenômeno de tempo significativo.

3 - Tempo presente

METAR SBGL 171200Z 27010KT 5000 -RA SCT012 BKN020 OVC090 25/20 Q1008

-RA - Tempo presente: -RA significa chuva leve. Veja na tabela abaixo outras possibilidades para o tempo presente.

4 - Nebulosidade

METAR SBGL 171200Z 27010KT 5000 -RA SCT012 BKN020 OVC090 25/20 Q1008

A nebulosidade é definida usando-se a seguinte codificação:

FEW – Poucas – 1 a 2 oitavos
SCT - Esparsas - 3 a 4 oitavos
BKN - Nublado - 5 a 7 oitavos
OVC – Encoberto – 8 oitavos

SCT012 - Nuvens esparsas - 3 a 4 oitavos do céu coberto a 1200 pés de altitude
BKN020 - Nublado - 5 a 7 oitavos do céu coberto a 2000 pés de altitude
OVC090 - Encoberto - 8 oitavos do céu está encoberto a 9000 pés de altitude

5 - Temperatura e ponto de orvalho

METAR SBGL 171200Z 27010KT 5000 -RA SCT012 BKN020 OVC090 25/20 Q1008

25/20 - Temperatura do ar e temperatura do ponto de orvalho. em graus Celsius.

6 - Ajuste

METAR SBGL 171200Z 27010KT 5000 -RA SCT012 BKN020 OVC090 25/20 Q1008

Q1008 - Ajuste do altímetro (pressão), em hPa.

Concorde voltará a voar ?


As turbinas do jato supersonico concord estão passando por uma analise por expecialistas franceses que determinarão se o jato,voltara a voar ja em 2012. Será um marco na aviação pois foi a unica aeronave que conseguiu ligar a Europa Com os Estados Undidos das Americas em apenas em 3 horas e alguns miseros minutos, coisa que um Jumbo 747 faz em quase 8 horas.
A Airfrance esta muito otimista pois os admistradores da compania aerea disseram que a aeronave esta em otimo estado de consevação.

Asas: definição, modelos e aplicações. (Parte 1)

Senhores, saudações cordiais...

Após alguns dias sem postar eu estou de volta para trazer aos senhores um estudo que fiz há alguns meses sobre as asas das aeronaves. Não posso precisar com muita certeza a fonte das pesquisas, mas por via das dúvidas é só pesquisar aí no Google que aparecerá algumas centenas de artigos relacionados ao nosso assunto. Vamos lá então!!

Asa: artefato mecânico destinado à sustentação aerodinâmica que está presente na grande parte dos aparelhos com capacidade de voar, como os aviões.

Nas aeronaves de asa fixa (aviões, planadores, etc), a asa apresenta um perfil assimétrico, sendo ligeiramente mais curvada na sua parte superior (extradorso). Quanto menor for a velocidade que se destina a asa, mais acentuada deve ser esta curvatura e assimetria.

Quando a asa se desloca por um fluido (geralmente o ar), o caminho que as particulas de ar percorrem no extradorso é maior do que na parte inferior(intradorso), em razão da curvatura. Dessa forma, a velocidade do ar no extradorso é maior, ou seja, as partículas de ar ficam menos tempo em contato com a parte superior da asa, em relação a parte inferior (Princípio de Bernoulli).

Dessa forma, cria-se então, uma diferença de pressão entre as faces superior e inferior da asa, isto é, uma vez atingida determinada velocidade suficinte para que a pressão na parte inferior da asa (que é maior que do que na superior) provoque uma força de sustentação, de baixo para cima, fazendo assim, a asa levantar, e com ela a aeronave.




Para que não fique um estudo muito grande e cansativo, vou dividí-lo em alguns posts. Então nas postagens seguintes trarei as aplicações das asas quanto ao tipo de voo (ex.: subsônico ou super sônico).

Abraço a todos e bons voos!!